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    Mundial de Pesca 2017 - 1º lugar Ponta Negra
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    Festa de Aniversário - 97 anos ICRJ
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    Vista da subsede de Angra dos Reis - foto do associado Carlos Guedes
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    Farol do Iate Clube do Rio de Janeiro vista pela Baia de Guanabara 

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    Cais e Hall abaixo do salão Nobre 

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    Mastro e bandeiras do cais
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Ponta Negra é Campeã Mundial de Pesca Oceânica
O resultado já era esperado! A tradicional equipe do ICRJ, Ponta Negra, manteve seu histórico de sucesso e sagrou-se Campeã Mundial de Pesca Oceânica ao vencer 50 equipes de 29 diferentes países no Offshore World Championship 2017 realizado anualmente na Costa Rica.

Após bater na trave e frequentar o pódio por tantas vezes, o Brasil conquistou de maneira heroica o 1º lugar na competição. Nos últimos anos foram três vice-campeonatos – Jenny/2014, Perfeita/2015 e Ponta Negra/2016 – e dois terceiros lugares – Release/2015 e Ponta Firme/2016.

Em abril deste ano, foram capturados e liberados poucos peixes, pois tradicionalmente há uma abundância durante toda a competição. Foram aproximadamente 256 peixes entre sailfishes e marlins (azuis, negros e listrados), média de cinco peixes de bico liberados por equipe.

A regularidade e a eficiência da equipe Ponta Negra – nenhum peixe de bico foi perdido – ajudaram a alcançar o “topo do mundo”, em um campeonato com peixes abaixo do esperado em função da elevada temperatura da água. Porém, neste cenário, os marlins estavam mais ativos o que trouxe maior dificuldade e disputa ao campeonato.

A formação da Ponta Negra foi a mesma do vice-campeonato mundial conquistado em 2016: Comandante. João


Paulo T. da Costa, Ricardo Pedrosa, Antônio Villarejo, Evandro Soares e Eduardo Castro (o experiente Fernando Pedrosa precisou ser substituído de última hora devido à uma lesão no cotovelo).

O vice-campeonato mundial foi conquistado pela equipe Picante, com talento passado de pai para filho. A equipe formada pelo Comandante Luis Carlos Bulhões, Contra-Comodoro do ICRJ Vicente Arruda Filho, com seus filhos herdeiros de talento na pescaria Lucas Bulhões e Vicente Luis Arruda, além do experiente pescador Alberto Quintaes.

Com uma recuperação fantástica e vitória no último dia de competição, a equipe Binoca, formada pelo Comandante Leonardo Bochner, Eliseu Soares Neto, Fernando C. de Almeida, Pedro Bertrand e Adenilson Silva, também do ICRJ, assegurou a 4ª colocação geral. Em terceiro e quinto, ficaram duas equipes de Trinidad & Tobago.

“Depois de alguns vice-campeonatos e 3º lugares conquistados por equipes brasileiras nos últimos anos, o Brasil merecia demais esse título mundial. Mais uma vez fizemos um verdadeiro “Brazilian Storm” na Costa Rica! ”, destacou Ricardo Pedrosa da equipe Ponta Negra.

O Offshore World Championship 2017 aconteceu entre os dias 23 e 28 de abril e reuniu as equipes campeãs dos principais torneios de pesca do mundo, sendo 11 times brasileiros.

Diário de Bordo – por Ricardo Pedrosa

1º DIA
Após um sorteio dos barcos não muito comemorado pela nossa equipe - já que nesse torneio cada time pesca em um barco diferente a cada dia - partimos para o 1º dia em um barco mediano, porém animados. Liberamos nosso primeiro sailfish apenas por volta das 11h. À tarde conseguimos fazer dois dublês (dois sailfishes capturados ao mesmo tempo), sendo um deles, nos minutos finais! Terminamos o dia com cinco sailfishes liberados e na 6ª colocação, empatados com o 3º colocado e com a equipe brasileira Picante em 5º lugar.

2º DIA
O 2º dia foi a bordo do melhor barco do nosso sorteio. A expectativa era grande já que sabíamos que, se não fizéssemos um grande resultado, ficaria mais complicado nos manter nas primeiras colocações nos dias finais. Contudo, o dia não foi tão bom e mesmo com apenas dois sailfishes liberados. Subimos três colocações no geral e alcançamos o 3º lugar. A Picante assumia a 1ª colocação geral com mais um bom resultado na etapa.

3º DIA
Partimos para o 3º dia a bordo novamente de um barco sem tradição no torneio, mas com muita esperança já que estávamos com 100% de aproveitamento (nenhum peixe perdido). Arriscamos e pescamos durante toda a manhã em uma área diferente dos demais barcos, mais longe de terra. Mudamos a estratégia e navegamos para esta área por volta de meio-dia, sem nenhum peixe computado, e então às 13h45 liberamos nosso primeiro marlim azul no torneio. Quando respirávamos aliviados, liberamos logo em seguida um sailfish. Este dia difícil nos manteve no 3º lugar geral e nos daria ainda mais energia para o 4º e último dia. A Picante continuava firme na luta, fechando o dia no 2º lugar geral.

4º DIA
O último dia, como não poderia deixar de ser, foi o mais tenso. Novamente, a maioria dos barcos do torneio estavam na mesma área. Pescamos lado a lado com nossos concorrentes. Liberamos nosso primeiro sailfish às 9h55, e então ficamos empatados na primeira colocação do torneio até quase 12h47 quando liberamos nosso segundo sailfish e passamos a liderança! Continuávamos sem perder nenhum peixe no torneio e 45 minutos depois liberamos mais um sailfish. Neste momento, atentos ao rádio, sabíamos que nossos concorrentes diretos não haviam computado nenhum peixe. Quando, às 14h, liberamos nosso 4º sailfish do dia aumentamos ainda mais a vantagem que tínhamos. Esperar o término da etapa às 15h30 foi um eterno sofrimento, mas valeu muito a pena. Campeões Mundiais, vamos comemorar!!!

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