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Brasil domina Mundial na Costa Rica

E o Brasil mais uma vez brilhou no Campeonato Mundial de Pesca Oceânica (Offshore World Championship - OWC)! De 15 a 20 de abril, alguns dos melhores pescadores do mundo se reuniram na cidade de Quepos, na Costa Rica, para a disputa do exclusivo título da pesca internacional oceânica. Foram 51 equipes (11 representando o Brasil) de 30 diferentes países. Das dez melhores equipes do mundo, sete são brasileiras, além do inédito pódio totalmente verde e amarelo.
A competição, designada pela Associação Internacional de Pesca Esportiva (IGFA) como Campeonato Mundial de Pesca Oceânica, possui um dos formatos mais desafiadores no meio da pesca oceânica mundial, já que as equipes competem em barcos diferentes a cada dia, definidos através de sorteio e oferecidos pela organização. Para uma equipe participar é necessário passar por um torneio classificatório.
Assim como a equipe Ponta Negra (campeã em 2017), neste ano foi a vez da equipe de Niterói Abi de Deus de Matheus Assad, Elias Houaiss, Mateus Marques, Hélio Marques (Cmdte.) e Carlos Assad, sentir o sabor da vitória. A equipe Antigua, do ICRJ/Laranjeiras, dos pescadores Nilo Cottini Filho (Cmdte.), Luis Roberto T. Soares, Gustavo Pustiglione Santos e Nilo Cottini Neto, conquistou o vice-campeonato mundial com uma brilhante performance disputando de perto a 1ª colocação geral no último dia de competição. Além disso, Na categoria melhor pescador do campeonato, o comandante Nilo Cotini ficou em 4º lugar.
O 3º lugar geral, ficou com mais uma tradicional equipe do ICRJ, a Binoca, composta por Leonardo Bochner (Cmdte.), Eliseu Soares Neto, Pedro Bertrand, Fernando Almeida Neto e João Victor Zarur, que teve um ótimo aproveitamento e subiu ao pódio da competição pela primeira vez.
Completando o top 10 representando o ICRJ, a Ponta Negra, campeã mundial em 2017 e vice-campeã mundial em 2016, terminou o torneio em sétimo lugar, com os pescadores João Paulo Costa (Cmdte.), Ricardo Pedrosa, Evandro Soares, Antonio Villarejo e Gustavo Ferreira. Confira as equipes brasileiras classificadas no top 10:
1º - Brasil – Equipe Abi de Deus (Iate Clube de Icaraí): classificada pelo Torneio de Marlin do ICRJ
2º - Brasil – Equipe Antigua (ICRJ/Laranjeiras): classificada pelo Torneio Anual de Peixes de Bico do ICRJ
3º - Brasil – Equipe Binoca (ICRJ): classificada pelo Torneio de Peixes de Oceano do ICRJ
4º - Brasil – Equipe Lika Pesca (Yacht Clube da Bahia): classificada pelo Torneio de Canavieiras do YCB
7º - Brasil – Equipe Ponta Negra (ICRJ): classificada pelo 1º lugar no Offshore World Championship 2017
8º - Brasil – Equipe Aquavit (ICRJ): classificada pelo Torneio de Peixes de Bico do ICI
9º - Brasil – Equipe Maracangalha (Yacht Club de Ilhabela): classificada pelo Torneio de Pesca de Santo André do YCB
A primeira colocada se classifica automaticamente todos os anos seguintes. Durante todo o Campeonato, que é realizado na modalidade de catch and release (pesque e solte), aproximadamente 250 pescadores dos cinco continentes capturaram e libertaram mais de 300 sailfishes, 23 marlins azuis e um marlim negro. Um aumento foi registrado no número de sailfishes avistados e capturados em relação ao total do ano passado. Além dos peixes de bico, dourados, atuns e cavalas wahoo também valem pontos na classificação geral e apareceram em grande quantidade e tamanho neste ano.

Diário de Bordo – Por Ricardo Pedrosa (Equipe Ponta Negra)

E lá fomos nós, rumo as já conhecidas águas do Pacífico. Onze equipes brasileiras, quase 55 pescadores representando o Brasil em mais uma edição do Campeonato Mundial de Pesca Oceânica. Desde que o evento foi transferido para a Costa Rica, em 2013, todas as edições contaram com a participação de uma equipe do Brasil/ICRJ. Novamente, viajávamos com a certeza de que disputaríamos o título e as primeiras colocações. Afinal nos últimos quatro anos, ao menos uma equipe do Brasil/ICRJ esteve no pódio e disputando inclusive o 1º lugar.
No 1º dia já foi possível ver a força dos brasileiros na pesca esportiva oceânica. Após um bom dia de pesca, a equipe Maracangalha, foi a campeã da etapa com 6 sailfishes liberados. Em 2º lugar ficou a Abi de Deus e em 4º lugar a Antigua, ambas com 5 peixes computados.
Já no 2º dia, nossa equipe Ponta Negra, após um primeiro dia complicado devido à quebra do nosso barco e sem peixes computados, demos a volta por cima e vencemos a etapa, com 4 sailfishes e 1 marlim azul liberados. A Abi de Deus mais uma vez se destacava finalizando o dia com um bom 4º lugar e 5 sailfishes liberados.
O 3º dia foi o melhor. Os peixes apareceram em bom número, totalizando o dobro da quantidade de peixes de bico avistados no 2º dia. Passada a metade do campeonato, a Abi de Deus se distanciou ainda mais na classificação geral e foi a campeã do dia com a melhor pescaria da competição, liberando 7 sailfishes e 1 marlim azul e embarcando também um dourado de 25 kg. Outro destaque do dia foi a equipe Aquavit que computou 2 marlins azuis e 1 sailfish, subindo na classificação geral. A Binoca terminou o dia na 10ª colocação, com 5 sailfishes, e também subiu na tabela.
O 4º e último dia como sempre o mais tenso, porém a Abi de Deus já possuía larga vantagem e navegava tranquila para trazer pelo 2º ano consecutivo o título de campeão mundial para o Brasil. Mas, a equipe Antigua embalou um ótimo desempenho logo de manhã, e proporcionou uma bonita disputa pelo 1º lugar geral até o final do dia, terminando em 2º lugar na etapa. Ao final do dia e no dia seguinte na cerimônia de premiação, comemoramos muito mais um Brazilian Storm na Costa Rica!

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