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O estrelado campeonato anual disputado nas Bahamas, o Star Sailors League Finals, já demostrava em sua lista de inscritos sua grandiosidade. Dentre as 25 duplas inscritas, estavam 21 medalhas olímpicas. O atleta do ICRJ Jorge Zarif, apesar de ter em seu currículo o Mundial de Finn de 2013, não atendia aos critérios da SSL Finals para participar da competição. A única possibilidade seria vencer o Mundial de Star, disputado em outubro de 2018, nos Estados Unidos. E assim aconteceu. Zarif venceu a competição em Oxford ao lado de Guilherme Almeida, e com isso abriu a possibilidade de competir nas Bahamas.

Com a impossibilidade de participação de seu parceiro Guilherme nesta data, Jorginho convidou seu amigo Pedro Trouche, do Clube Naval Charitas, para atuar como proeiro. A dupla nunca havia competido junta pela Classe Star, visto que se conheceram na classe Laser, barco para uma só pessoa. O desafio foi aceito e os treinos iniciaram apenas quatro dias antes do início do campeonato. Mas mesmo com pouco tempo, o entrosamento da dupla e os resultados não poderiam ser melhores.

No dia 08 de dezembro, três vitórias seguidas no mesmo dia levaram a dupla ao inédito título da SSL Finals, deixando em segundo lugar os brasileiros Robert Scheidt e Henry Boening. O italiano Diego Negri e o alemão Frithjof Kleen ficaram com o bronze, enquanto o norueguês Eivind Melleby e o americano Joshua Revkin terminaram em quarto. Ao todo, o evento distribuiu US$ 200 mil (R$ 780 mil), e a dupla vencedora levou para casa o prêmio de US$ 40 mil (cerca de R$ 156 mil).

Um ano vitorioso

O ano de 2018 foi de importantes vitórias para Zarif. Ele conquistou duas etapas da Copa do Mundo na Classe Finn na França, o título Mundial de Star em outubro com Guilherme de Almeida em Oxford (EUA), o terceiro lugar no Sul-Americano de Star, disputado no ICRJ em novembro com Ubiratan Matos, a vaga para compor a equipe Brasileira de Vela 2019 pela Classe Finn, em novembro em Florianópolis e, para coroar um ano de sucesso, o SSL Final, ao lado de Trouche. Agora seu foco se volta para Tóquio 2020 e os treinos serão em 100% para a Classe Finn.